Conversor de T11 para XPM
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Sobre os formatos
T11 (Type 11) é um tipo de fonte PostScript definido pela Adobe Systems como parte da arquitetura de fontes com chave CID, combinando enderecamento de glifos CID com dados de contorno TrueType envoltos em um shell PostScript Type 42. Na numeracao de tipos de fonte da Adobe, os Types 9, 10 é 11 são equivalentes com chave CID dos Types 1, 3 é 42 respectivamente — portanto o Type 11 é essencialmente um Type 42 com chave CID, projetado para fontes TrueType que contém conjuntos de glifos muito grandes, particularmente coleções de caracteres CJK (Chinês, Japonês, Coreano). O formato permite que interpretadores PostScript com suporte a rasterização TrueType renderizem fontes CJK TrueType enquanto usam indexacao numerica CID em vez de nomes de glifos, o que é critico para conjuntos de caracteres na casa das dezenas de milhares. Os contornos de glifos permanecem no formato nativo de splines quadráticas TrueType, preservando às instruções de hinting originais, enquanto a camada CID fornece acesso eficiente a glifos é subconjuntos por meio de recursos CMap. Uma vantagem é a qualidade de renderização TrueType direta — diferentemente da conversão de contornos TrueType para cúbicas PostScript, o Type 11 passa os contornos originais para o rasterizador intactos, preservando instruções de ajuste de grade afinadas manualmente. A indexacao CID oferece outro beneficio ao suportar múltiplos esquemas de codificação (Unicode, padrões nacionais) mapeados para a mesma coleção de glifos sem duplicacao de dados. Fontes Type 11 aparecem principalmente em produção gráfica profissional CJK é fluxos de trabalho de documentos PDF onde grandes conjuntos de caracteres baseados em TrueType devem ser incorporados em saída derivada de PostScript.
XPM (X PixMap) é um formato de imagem colorida para o X Window System, desenvolvido por Arnaud Lê Hors no GROUPE BULL a partir de 1989 como sucessor colorido do formato monocromático XBM. Como o XBM, arquivos XPM são código-fonte C valido — cada arquivo define a imagem como uma matriz estatica de strings de caracteres, onde às strings de cabecalho especificam largura, altura, número de cores é caracteres por pixel, às strings de definição de cor mapeiam codigos de caracteres para valores de cor (suportando nomes de cor X11, RGB hexadecimal é tipos de cor simbolicos como 'background' é 'foreground'), é às strings de pixel codificam cada linha como uma sequência de codigos de caracteres que indexam a paleta de cores. Essa representação em arte ASCII torna imagens XPM legíveis por humanos: frequentemente é possível ver o conteúdo da imagem diretamente no texto do arquivo-fonte. O formato passou por três revisoes: XPM1 (1989, compatível com X10), XPM2 (sintaxe simplificada) é XPM3 (1991, a versão atual com sintaxe static char* é especificação de cor estendida). O XPM era o formato padrão para ícones de aplicativos X Window, telas de splash, botões de pixmap é elementos de UI tematizados ao longo dos anos 1990 é 2000. Uma vantagem são os benefícios combinados de ser um arquivo-fonte C valido é uma imagem colorida: arquivos XPM podem ser compilados em aplicativos, editados em qualquer editor de texto, processados por ferramentas de texto é versionados, enquanto suportam até 256 cores com transparência (usando a palavra-chave de cor 'None'). A dependência do ecossistema X11 no XPM garante amplo suporte de ferramentas. Arquivos XPM são tratados por todos os toolkits X11, ImageMagick, GIMP é navegadores web (suporte legado).